Atendimento psicológico para adolescentes
A fase em que falar com adulto fica difícil, inclusive com os pais. A terapia oferece um adulto que não é da família e não vai dedurar, e é isso que faz o adolescente começar a falar.
Quando costuma ser hora
Adolescência tem turbulência própria, e nem tudo é caso de terapia. O que liga o alerta é a intensidade, a duração e o quanto está atrapalhando a vida.
- Isolamento que foi aumentando
- Queda no rendimento escolar
- Irritação e explosões frequentes
- Ansiedade antes de prova ou de situação social
- Conflito constante em casa
- Sono trocado ou insônia
- Relação difícil com o corpo e com a imagem
- Sinais de que está se machucando
- Uso de álcool ou de outras substâncias
- Depois de uma separação, perda ou mudança grande
Como funciona
O adolescente precisa sentir que aquele espaço é dele, e não uma extensão da fiscalização de casa. Sem isso, ele senta na cadeira e não fala.
A conversa inicial
Costuma começar com os responsáveis, para entender o histórico e a queixa. Depois o profissional monta o combinado com o adolescente.
As sessões dele
Encontros individuais, com sigilo sobre o conteúdo. É o que permite falar de coisas que ele não contaria em casa.
Orientação para os pais
De tempos em tempos, uma conversa com os responsáveis sobre o processo e sobre o que muda na convivência. Sem transcrever sessão.
Quem atende
Você escolhe com quem falar antes de marcar, e o registro no conselho está aqui para conferir.
Convênios e parcerias
A Apsi atende pessoas vinculadas a estas instituições. Em alguns casos você recebe nota ou recibo para pedir reembolso, em outros o atendimento já é feito pela parceria.
Dúvidas frequentes
Ele não quer ir de jeito nenhum
Comece você. Os pais podem ser atendidos primeiro, e entender o que está acontecendo já muda o clima em casa. É comum o adolescente aceitar ir depois, quando a proposta deixa de soar como castigo.
Vou saber o que ele conta na sessão?
Não o conteúdo. O sigilo vale para o adolescente também, e sem ele não há terapia. Os responsáveis recebem devolutivas sobre o andamento e orientação sobre a convivência, e são informados se houver risco à vida dele.
A partir de que idade ele pode ir sozinho na sessão?
A sessão em si é individual desde o começo do acompanhamento. O que muda com a idade é o quanto os responsáveis participam do processo em volta, e isso é combinado na conversa inicial.
Os pais separados precisam concordar?
Sim, quando os dois têm a guarda. Os dois responsáveis autorizam e os dois podem participar das devolutivas.
Pode ser online?
Pode, e com adolescente costuma funcionar bem, porque é um formato que faz parte do mundo dele.
Áreas relacionadas
Está na dúvida se é hora?
Manda uma mensagem contando a idade dele e o que você está observando. A gente te responde dizendo se é caso de atendimento e quais horários existem.

